Caderno da Semana: Journal

O século é o XIX, e a guerra é a Primeira Guerra de Schleswig, também conhecida como Guerra dos Três Anos.  Durante esse conflito entre provincias germânicas e a dinamarca, o Ministro de Guerra da Prússia instituiu a existência e obrigatoriedade dos diários de guerra (war journals). Cada comandante de unidade militar deveria manter um journal, atualizado diariamente. Com o sucesso das táticas Prussianas, outros exércitos adotaram o hábito dos diários, que continham informações relevantes sobre táticas militares, além de registros sobre remanejamento de soldados, ordens importantes, perdas materiais, entre outros.

O conteúdo de um journal era de fundamental importância para definir as próximas ações e ordens a serem dadas. Esse conteúdo era repassado às patentes mais altas do exército através de um mensageiro. O mensageiro de cada unidade trazia e levava o journal do front para os escritórios, sob circunstâncias peculiares. Dessa forma, o caderno deveria ser resistente para suportar situações precárias de clima e de transporte. Além disso, seu tamanho deveria ser pequeno para facilitar o transporte dentro de fardas e sobretudos militares.

Fotografia por: Brenda marques

A forma de produção dos journals de guerra refletiam o cenário em que eram produzidos. Devido aos recursos parcos, os cadernos eram confeccionados com o mínimo de recursos possíveis, fazendo com que a encadernação longstitch – originária do início da idade média – se tornasse popular. A costura tipo longstitch não usa cola, e suas costuras são expostas sobre a lombada dando origem a padrões lineares. Cadernos com esse tipo de encadernação, apesar de serem mais demorados de fazer, são mais robustos e, portanto, mais resistentes ao manejo constante pelas mãos pouco delicadas de um soldado.

O Journal da Bodoque

Os journals de guerra decidiram muito sobre a vida de milhares de pessoas. Inspirada neles, a Bodoque criou o seu próprio Journal, baseado nos relatos históricos dessas guerras, feito de forma cem por cento artesanal com o ar vintage dos séculos XIX e começo do XX.

Fotografia por: Brenda marques

São 168 páginas em papel pólen soft, ideal para desenho e escrita, a grafite ou a tinta. A capa é feita em couro, com aba de fechamento e amarração, para deixar as suas ideias muito bem guardadas. A costura usada é a longstitch, feita à mão, que ajuda a garantir o aspecto vintage do caderno. Através da união dessas características, o Journal Bodoque é perfeito para uso diário. É um caderno resistente e pequeno, com dimensões de bolso, que são compatíveis com qualquer bolsa ou mochila.

Um caderno desses, em tempos de guerra ou de paz, vai ser seu companheiro pela vida toda!

 

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